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Nessas questões de
amor, ah! não há nunca
Dois
seres que se
queiram mutuamente
Pois sempre existe um
coração que sofre
E sempre existe um
coração que mente.
Nessa contínua
imperfeição do
amor
Nunca as almas se
uniram para o bem
Pois entre lágrimas
de amor existe
Sempre
escondido, um
riso de desdém.
O
amor é uma contínua
variedade:
Esse minuto de paixão
fremente
Vale na
dor, por
toda a eternidade.
E há sempre um
ser feliz e um desgraçado:
Se um deles ama com
amor ardente,
O outro se deixa
apenas ser amado.
Enviada
domingo, 5 de janeiro de 2003 - 19:44h

  
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