|

Manoel Batista
Ambos jovens,
formando um par ditoso:
ela, a esposa ideal,
terna, atraente;
ele, o gentil e
delicado esposo...
unidos, vão vivendo
alegremente.
Quando o céu da
existência, tormentoso,
tenta turbar o idílio
permanente,
confiante, o jovem
par segue amoroso,
sob as bênçãos de
Deus onipotente.
Pode o tempo passar!
No decorrer
dos meses e dos anos,
há de ser
cada vez mais feliz
essa união.
Pois, sempre que há
no amor sinceridade,
os contratempos da
adversidade
revigoram os laços
da afeição.
Enviado
terça-feira,
15 de julho de 2003 - 16:35h
|